Durante muitos anos, a caça ilegal intensa por causa do seu marfim foi um sério problema de conservação, e muitos países enfrentaram fortes baixas na população de elefantes. Entre 1979 e 1989, estimava-se que a população havia caído de 1,2 milhão para 600 mil. A proibição sobre o marfim, em 1989, e o aumento das medidas contra a caça ilegal, aumentaram as populações de elefantes em alguns países. Entretanto, o debate quanto à necessidade e ao êxito da proibição do marfim prossegue hoje em dia.
Alguns países, incluindo África do Sul, Zimbábue, Botsuana e Namíbia, foram capazes de manejar sua população de elefantes e reclamaram contra o aumento dessas populações que foram a causa do aumento de suas perdas na agricultura, da redução do ganho originário com a caça e do aumento dos conflitos entre os elefantes e moradores locais.
Isto levou a uma proposta para tirar os elefantes africanos da lista da CITES Apêndice I e Apêndice II no Zimbábue, Botsuana e Namíbia e para autorizar o comércio legal de elefantes e de partes deles. As propostas foram modificadas e aceitas, permitindo aos três países vender individualmente quantidades fixas de marfim.
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